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A deputada do PSD/Açores Nídia Inácio considerou que “hoje vive-se melhor nas nossas ilhas”, lembrando, numa declaração política, que a taxa de risco de pobreza no arquipélago registou, “no último ano, a maior redução entre todas as regiões do país, uma evidência clara do trabalho realizado pelo Governo de José Manuel Bolieiro”.

“Os Açores já não são a região mais pobre do país, essa é uma realidade que se comprova com a descida inédita da taxa de risco de pobreza de 6,9 pontos percentuais, passando de 24,2% para 17,3%, que espelha aquilo que se vê no dia-a-dia dos açorianos”, disse a social-democrata.

Nídia Inácio lembrou que a pobreza foi vista, por demasiado tempo, “como o destino inevitável nos Açores, alimentado por políticas socialistas que favoreciam a dependência em vez da autonomia, que incentivavam a mão estendida e a gratidão, multiplicando apoios, sem gerar transformação real e duradoura na vida dos açorianos”.

“Mas agora já não é assim”, afirmou, pois os Açores afirmam-se “como uma Região onde se vê a transformação efetiva das pessoas, com mais rendimento, com mais emprego, menos abandono escolar precoce e menos pobreza”.

“Isso não acontece de um momento para o outro, de um ano para o outro, mas acontece sim por um conjunto de políticas socioeconómicas consistentes e consolidadas”, garantiu a deputada do PSD/Açores, “também porque a economia dos Açores voltou a crescer acima da média do país, com o PIB a aumentar 2,3% face a 2,1% da nível nacional, consolidando-se uma trajetória de convergência entre 2021 e 2024”, avançou.

“Temos, assim mesmo, a consciência de que, apesar desta descida histórica, a pobreza continua a acontecer nas casas de muitas famílias açorianas. Mas temos também a certeza de que o Governo Regional açoriano, sob a liderança de José Manuel Bolieiro, quer ir mais longe na redução da pobreza, no aprofundamento da convergência com o país e com a Europa”, frisou.

Nídia Inácio apontou “medidas articuladas com medidas de cariz económico e financeiro”, como a razão desta “nova realidade”, assente nos aumentos do Complemento Açoriano ao Abono de Família, no Programa “Nascer Mais”, nas creches e amas gratuitas, nos Pontos de Estudo, nos Programas de apoio ao pagamento de propinas e de atribuição de bolsas de estudo para a frequência do Ensino Superior, assim como no Programa “Novos Idosos”, os reforços do COMPAMID e do Complemento Regional de Pensão, e ainda o Plano Regional de Inclusão Social e Combate à Pobreza, “que orienta a política social dos Açores para passar do assistencialismo para a emancipação, ajudando as pessoas a sair da pobreza de forma sustentável”, elencou.

“Acresce a tudo isso que temos hoje o maior número de população empregada de sempre, com uma taxa de desemprego abaixo da média nacional”, registando “uma descida consistente do número de beneficiários do Rendimento Social de Inserção e a mais baixa taxa de abandono precoce de educação e formação de sempre, fruto de uma estratégia clara que passou pela implementação da Estratégia da Educação Açores 2030, o Plano Integrado de Combate ao Abandono Precoce e o acompanhamento individual de cada aluno em risco, envolvendo Educação e Qualificação Profissional”, lembrou.

“Em paralelo, o Governo Regional dos Açores, liderado por José Manuel Bolieiro, integrou mais de 700 professores nos quadros, reviu o Estatuto da Carreira Docente e investiu na modernização e requalificação de escolas”, explicou a parlamentar social-democrata.

“Não nos acomodamos a estes bons resultados, pois são eles o impulso para o trabalho que temos pela frente, como Região, na certeza de que o caminho seguido por este Governo Regional é o certo, sendo o que queremos continuar a seguir”, concluiu Nídia Inácio.