O deputado do PSD/Açores Joaquim Machado afirmou hoje que o Orçamento para 2026 “é sinal de compromisso” do Governo da Coligação PSD/CDS/PPM para com os açorianos.
“O compromisso do Governo Regional em dar prioridade ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e à execução dos fundos comunitários, é um sinal claro de que acredita nas pessoas, nas empresas e na força da nossa terra para crescer e vencer os desafios do futuro”, afirmou.
O parlamentar social-democrata interveio no arranque do debate do Plano e Orçamento para 2026 que decorre na Horta até sexta-feira.
“É por isso justo reconhecer a determinação do Governo Regional em colocar estes investimentos como prioridade estratégica. O PRR é uma circunstância irrepetível, uma oportunidade histórica que não podia ser perdida, que não pode ser perdida”, destacou.
Segundo Joaquim Machado, trata-se de uma decisão que “não é apenas financeira, é política e é social”, admitindo que “há mais Orçamento para além do PRR”.
Desde as primeiras linhas do Orçamento para 2026, o deputado do PSD/Açores entende que o documento que vai a votação “significa apostar na modernização, na transformação consistente do tecido económico regional e na criação de emprego, significa impulsionar a habitação e a digitalização, apostar na qualidade de vida dos açorianos”.
A seu ver, enquanto se garantem os investimentos do PRR com vista a “transformar a economia açoriana”, o Governo, liderado por José Manuel Bolieiro, “reforça as políticas sociais para proteger quem mais precisa”.
De entre as políticas sociais definidas para 2026, Joaquim Machado elenca o COMPAMID que dará apoio na compra de medicamentos a mais de 25 mil idosos, o aumento do “cheque pequenino” acima da inflação, o mesmo sucedendo com o complemento ao abono de família, creches gratuitas para 4000 crianças, entre outros.
“Estamos a construir uns Açores mais próximos, mais solidários: a cuidar, a ligar e a apoiar quem mais precisa”, frisou.
Mais uma prova de que o Orçamento para 2026 “vai além do PRR”, é a manutenção do diferencial fiscal e manutenção dos impostos mais baixos, permitindo “a confiança e o poder de compra dos açorianos”, essenciais para garantir uma melhor qualidade de vida.
Joaquim Machado é perentório ao afirmar que as escolhas do Governo de José Manuel Bolieiro “são claras”, sendo que “a Educação, Saúde e Segurança Social consomem metade do Orçamento”, exigindo assim “uma oposição responsável”.
“Todos os dias gastamos 2,9 milhões de euros em educação, saúde e segurança social”, frisou.
“É com os outros 50% do Orçamento que se cuida de tudo mais – pescas, estradas, agricultura, promoção turística, ambiente, emprego, apoio à economia, emigração, ciência e tecnologia, transportes terrestres, marítimos e aéreos, habitação e apoio à juventude ou a cooperação com o Poder Local”, apontou.
O parlamentar social-democrata assume que, “como das outras vezes, não prometemos tudo a todos, mas asseguramos que todos contam”.
Mas uma coisa é certa, para Joaquim Machado, “o caminho que estamos a percorrer é de confiança, de responsabilidade e de progresso”, colocando os Açores “no centro das decisões”.
“Com este Orçamento, ninguém fica para trás e é um desafio para quem vai executar e uma responsabilidade para quem o tem de aprovar”, concluiu.

