Marca do Governo da Coligação passa por valorizar o capital humano dos Açores

A deputada do PSD/Açores Sabrina Furtado destacou hoje o “grande” investimento feito por este Governo “num fator essencial para a Região, que é o nosso capital humano”, em contraponto “com as governações do PS e com a mentalidade da mão estendida”.

“Esse tem sido um rumo certo que, apenas dois anos depois de tomar posse, começa a apresentar resultados, daí, naturalmente, o incómodo do Partido Socialista”, disse a social-democrata, para quem este governo “delineou bem a sua ação na área do Emprego, apostando na manutenção dos postos de trabalho, na criação de emprego com vínculo estável e, visando o futuro, a consolidação dessas mesmas medidas”, adiantou.

Sabina Furtado recordou que, “nunca houve tantos empregados nos Açores, o que até dava um bom outdoor espalhado em todas as ilhas. Ainda mais porque é verdade, ao contrário de muitos outdoors [do Partido Socialista] que temos visto por aí, e que apenas mostram o que o PS sabe fazer de melhor, que é iludir e mentir aos açorianos”.

A deputada explicou que o mercado de trabalho “não absorveu algumas pessoas, que infelizmente ainda não estavam capacitadas das competências necessárias”, mas lembrou que “isso também acontece porque, durante anos, o dinheiro que vinha do Fundo Social Europeu, em vez de servir para formar os açorianos, servia para sustentar programas ocupacionais e para manter as pessoas de mão estendida à governação socialista”.

Sabrina Furtado mencionou mesmo os antigos presidentes do governo açoriano, Mota Amaral e Carlos César, a quem atribuiu as responsabilidades “de criar as principais infraestruturas da região, no caso de Mota Amaral, e de lhe dar depois um cariz mais social, no caso de Carlos César”, para indagar sobre “qual será a marca deixada pelos governos por Vasco Cordeiro, que não seja uma grande desgraça para os Açores e para os Açorianos?”, adiantou.

“Isso significa que, daqui a cinco ou dez anos, ninguém sequer se lembrará de Vasco Cordeiro”, afirmou.

“Mas, com este governo”, prosseguiu a parlamentar, “é finalmente possível perguntar, olhos nos olhos, aos açorianos, qual é o teu sonho, o que é que gostavas de ser, e o que é que és bom a fazer. Isto para capacitá-los a fazer e a serem pagos justamente por isso”, reforçou.

Segundo Sabrina Furtado, “é preciso que os açorianos recuperem o seu orgulho, mudando uma mentalidade em que há crianças a quererem ficar em casa, como as suas mães ficaram, porque o Partido Socialista fez perder três gerações nos Açores”.

“Esse caminho está a ser feito. E está a começar uma grande mudança de mentalidades nos Açores, necessária para que as pessoas tenham brio pela sua formação e consigam alcançar os seus objetivos por mérito próprio”, concluiu.