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O líder parlamentar do PSD/Açores, João Bruto da Costa, destacou o “compromisso sólido” de Governo da coligação PSD/CDS-PP/PP que tem possibilitado “alterar o rumo” da Região, tendo expressado confiança no “diálogo parlamentar” para que seja aprovada a proposta de Orçamento para 2022.

“Estes três grupos parlamentares têm um compromisso sólido de Governo, que tem permitido à Região começar a alterar o rumo que foi seguido nos últimos anos. Acreditamos no diálogo parlamentar e na concertação para fazer aprovar um Orçamento que mude a face dos Açores, após uma governação socialista que deixou a pobreza mais alta do país e elevadas dívidas, como a da SATA e a da Saúde, que condicionam regularmente a atual atividade governativa”, afirmou.

O líder da bancada social-democrata falava na abertura das jornadas parlamentares de preparação do debate das propostas de Plano e Orçamento, que reúnem os deputados do PSD, CDS-PP e PPM.

“Estamos empenhados em mudar o rumo dos Açores, com abertura, espírito de diálogo e concertação. Este Governo está a iniciar um percurso de alternativa política que muito nos distanciará daquilo que foram os governos socialistas”, disse.

João Bruto da Costa salientou que, além do “rumo alternativo e de alternativa” que PSD, CDS-PP e PPM pretendem para os Açores, a coligação governamental está igualmente “empenhada em continuar a cumprir os acordo de incidência parlamentar” existentes com os partidos CH, IL e o deputado independente.

“Os documentos orçamentais são fundamentais para a estabilidade dos Açores. A pluralidade existente no Parlamento exige pontes de diálogo e, acima de tudo, responsabilidade de todos nós. Esta legislatura transferiu para o Parlamento o centro da decisão”, frisou.

O líder da bancada social-democrata alertou, no entanto, que “o parlamentarismo nos Açores só tem futuro se houver pluralidade”.

“Este é também um teste ao Parlamento dos Açores: serem todos capazes de mostrar à sociedade açoriana que é possível ter estabilidade com a pluralidade e diferentes opiniões. A alternativa é, como aconteceu nos últimos 24 anos, o Parlamento desapareceu em termos da sua verdadeira importância”, afirmou João Bruto da Costa.