O candidato do PSD/Açores à Presidência da Câmara Municipal de Ponta Delgada quer contar com a Secção Regional dos Açores da Ordem dos Arquitetos no projeto de requalificação da cidade.
Pedro Nascimento Cabral falava durante uma reunião com o responsável pela Ordem nos Açores, Nuno Costa, e aproveitou a oportunidade para afirmar que projeto político da sua candidatura vai “continuar a apostar no programa de reabilitação urbana, que tem tido uma forte adesão e que tem permitido requalificar o património edificado, adaptando-o às finalidades dos promotores, com maior pendor para a habitação ou para o alojamento local”.
Segundo adiantou, “para melhor desenvolvermos uma estratégia de longo prazo para Ponta Delgada, queremos contar com as instituições, mediante os seus pareceres, relativamente aos investimentos e projetos que a Câmara Municipal de Ponta Delgada decida realizar”.
“A Secção Regional da Ordem dos Arquitetos é uma entidade competente que terá um papel preponderante na defesa e gestão do património edificado ou a edificar por parte da autarquia, como tem de participar de forma aberta, crítica e transparente no processo de reabilitação e ordenamento urbanístico da cidade”, frisou.
Pedro Nascimento Cabral disse ainda que a sua pretende “dar continuidade ao plano de reabilitação habitacional que já vem do atual mandato e alargá-lo ao comércio e aos serviços. Mais referiu que é sua intenção trabalhar com diferentes entidades e parceiros com o objetivo de estabelecer uma verdadeira cooperação em áreas fundamentais para o nosso desenvolvimento, dando o exemplo do ordenamento urbano e a mobilidade inteligente que se estende para dentro e fora do concelho.
O candidato salientou que “temos o dever de respeitar o passado, mas também sobre nós recai a obrigação de inovar e desenvolver novos projetos devidamente enquadrados no contexto urbano” dado que é nossa intenção “transformar Ponta Delgada numa cidade moderna e funcional, onde as pessoas tenham gosto de nela viver e trabalhar.”
Pedro Nascimento Cabral quer “a cidade ao serviço dos cidadãos e não os cidadãos ao serviço da cidade” e quer também “focar a política municipal no desenvolvimento harmónico das 24 freguesias do concelho, através da preservação e reabilitação de edifícios devolutos ou em ruínas que possam vir a ser transformados em polos de investimento de empresas e serviços ligados ao turismo, de modo a criar emprego, fixar populações e distribuir, assim, equitativamente a riqueza gerada.”
Mais alertou que “a intervenção no ordenamento e reabilitação tem de se estender para além das freguesias urbanas, uma vez que temos de cuidar do património histórico e cultural de todas as freguesias e agir de modo a salvaguardar tudo o que for manifestamente de interesse público.”

