Terceira. Aprovação unânime de proposta do PSD confirma falta de manutenção na Estrada do Mato

O parlamento açoriano aprovou hoje por unanimidade um projeto de resolução do PSD/Açores visando a reposição adequada da sinalização horizontal na estrada EN3-1ª – popularmente conhecida por “Estrada do Mato”-, que liga Angra do Heroísmo às freguesias dos Biscoitos e Altares, na Ilha Terceira.

Reforçando a iniciativa e a sua importância “dado o marcado aumento da perigosidade daquela estrada e da sua sinistralidade, o que obriga a uma intervenção urgente”, o social democrata Luís Rendeiro frisou que “devem também ser feitas a manutenção e substituição da sinalização vertical, incluindo o material refletor, em toda a sua extensão”.

O deputado do PSD/Açores criticou “a incompleta intervenção que houve recentemente na estrada em questão, que se limitou à pintura do tracejado central, o que comprova o desleixo com que esta governação vai encarando a manutenção das estradas na Região”, referiu.

“Aliás, na sua última visita à Ilha Terceira, a senhora secretária das obras públicas foi mesmo inaugurar a pintura do tracejado”, lembrou Luís Rendeiro, que salientou ainda “a tentativa da bancada socialista em branquear a situação ao dizer que a obra já estava feita. Facilmente se pode verificar que isso é falso, bastando passar na referida estrada para ver que as bermas, a sinalização vertical e tudo o resto está na mesma”, disse.

O deputado do PSD/Açores recordou igualmente “o detalhado parecer da PSP, que identificou, uma a um, todos os pontos negros daquela estrada, indicando onde se deve intervir”.

Para o social democrata, a falta de investimento na manutenção de estrada “estende-se a todas as ilhas dos Açores, numa marca característica da governação do PS, como foi salientado na discussão do Plano e Orçamento, onde o PSD propôs um aumento da verba para a área. Proposta que o PS chumbou”, sublinhou.

Luís Rendeiro insistiu que os trabalhos na Estrada do Mato da Terceira “devem ser executados tão rapidamente quanto possível, de modo a que não se agravem os perigos existentes para a circulação automóvel, nomeadamente no inverno, quando a chuva e o nevoeiro aumentam esses mesmos perigos”, concluiu.