Márcio Silva defende mais mobilidade e melhores acessibilidades para a ilha do Pico

Márcio Silva, candidato do PSD/Açores às eleições legislativas nacionais defende “mais mobilidade e melhores acessibilidades para a ilha do Pico”, considerando que “a atual incerteza, evidente no caso das ligações aéreas do Pico e do Triângulo para o exterior, e a indefinição na ampliação da pista do aeroporto do Pico põem em risco toda a dinâmica económica da ilha e da Região, não oferecendo garantias aos operadores turísticos, aos visitantes e aos residentes”, afirmou.

“A mobilidade e as acessibilidades representam uma necessidade, e só a sua melhoria pode garantir que a atividade turística se desenvolva no Pico, no Triângulo e nos Açores”, avançou o social democrata.

Para Márcio Silva são precisos “mais voos diretos de ligação ao continente, com a criação, na época alta, de um voo diário na rota Lisboa/Pico/Lisboa. E têm de ser garantidas ligações marítimas diárias entre as três ilhas do triângulo (Pico, Faial e São Jorge), sendo que este terá de ser um trabalho conjunto do Governo Regional e do Governo da República”, adianta.

O candidato garantiu que “as obras do novo terminal de passageiros e o aumento do cais acostável em São Roque do Pico, cujo arranque tinha sido anunciado pelos Governos Regional e da República para este ano, também vão merecer a atenção dos deputados eleitos pelo PSD/Açores, em Lisboa”.

Para o social democrata é também fundamental conhecer o estudo para a ampliação da pista do Aeroporto do Pico, “que já foi anunciado, mas desconhece-se para quando está prevista a sua apresentação”, criticou.

“Estamos a falar de garantir a mobilidade e as acessibilidades a todas a ilhas dos Açores. E isso não está a acontecer neste momento”, sublinha.

“Tanto que o PS e o governo já não escondem os seus incómodos, porque a SATA, que é de todos os açorianos, está a servir-nos pior do que as companhias do exterior”, afirma o candidato.

Para Márcio Silva, é essencial “fomentar a coordenação dos transportes aéreos, marítimos e terrestres, com os modelos existentes, efetuando ajustamentos que permitam a interligação parcial das ligações marítimas e aéreas nas ilhas do Triângulo”, concluiu.