O candidato à presidência da câmara municipal de Ponta Delgada afirmou, esta sexta-feira, nos Ginetes, que a autarquia por si liderada nunca deixará de colocar em primeiro lugar as pessoas e as preocupações e anseios das populações das 24 freguesias do concelho.
José Manuel Bolieiro, que falava na apresentação da lista candidata à Junta de Freguesia dos Ginetes, liderada por Márcia Diógenes Gonzaga, reforçou que a sua campanha porta a porta é uma “campanha feita com o coração”, com as pessoas e ouvindo as duas preocupações, porque “são as pessoas que estão sempre em primeiro lugar. Foi e será sempre essa a nossa missão”.
“Vale a pena sermos amigos do povo, quando somos um entre os outros” – sublinhou.
Dirigindo-se aos elementos da lista candidata à Junta dos Ginetes, José Manuel Bolieiro afirmou que a mesma é composta por gente de ação, ambiciosa, com garra e vontade de trabalhar. Uma lista que representa aquilo que é o povo da freguesia.
Deixou um “abraço fraterno” aos anteriores autarcas, Alberto Leça e João Paulo Medeiros, adiantando que foram uma “fonte de inspiração” para o desenvolvimento dos Ginetes, porque “amam, e sempre amaram, a sua terra”.
José Manuel Bolieiro deixou, uma vez mais, o compromisso de continuar a trabalhar em parceria com as 24 freguesias do concelho, e disse acreditar na equipa liderada por Márcia Diógenes Gonzaga para fazer mais e melhor pelos Ginetes: “Desde a Várzea aos Ginetes, conto convosco para continuarmos a trabalhar esta parceria”.
Já a candidata à presidência da Junta dos Ginetes, que se apresentou como uma “mulher de ação”, que não gosta de promessas, nem de ilusões, adiantou ter: “o apoio da câmara municipal e do seu atual presidente, pelos Ginetes, e colocando as pessoas em primeiro lugar”.
“Uniremos esforços com a câmara para melhorar a manutenção das ruas e caminhos municipais, nesta que tem sido a maior tarefa da junta de freguesia, gastando grande parte das verbas recebidas (…). Defendemos uma forma de exercício de poder que promova o diálogo e a participação de todos”, concluiu Márcia Diógenes Gonzaga.

