A cabeça-de-lista do PSD/Açores à Assembleia da República afirmou que Portugal “não pode voltar atrás”, tendo alertado para o “risco” de se entregar o poder aos que “levaram o país à beira da bancarrota”.
“A escolha nas eleições de 4 de outubro é esta: andar para a frente ou voltar para trás. Não podemos ter memória curta. Foi o Partido Socialista, de José Sócrates e António Costa, que levou o País à beira da bancarrota”, afirmou Berta Cabral, em declarações aos jornalistas, no final de uma ronda de visitas a centros de convívio de idosos do concelho de Ponta Delgada.
A candidata social-democrata lembrou que, “pela terceira vez nos últimos 40 anos, um governo do Partido Socialista colocou Portugal em situação de pedir ajuda externa”, tendo cabido “pela terceira vez a um governo liderado pelo PSD tomar medidas difíceis para desipotecar o país”.
“Portugal cumpriu um exigente programa de assistência económica e financeira, com honra e reconhecimento nacional e internacional. O desemprego reduziu de 17,5 para 13 por cento. Recuperamos 175 mil novos postos de trabalho desde 2013. O rendimento disponível das famílias portuguesas está a aumentar”, salientou.
Berta Cabral sublinhou igualmente que o país “retomou o crescimento económico pelo segundo ano consecutivo”, estando por isso no “caminho certo”.
“Não podemos voltar para trás. As próximas eleições são, por tudo isto, determinantes. Determinantes também para os Açores. Os Açores ganham, quando o país ganha. Os Açores empobrecem, quando o país empobrece. Para não voltar aos sacrifícios é preciso votar no PSD”, disse.
A cabeça-de-lista do PSD/Açores à Assembleia da República acrescentou que votar nos social-democratas “é continuar em frente, aproveitando o grande esforço de recuperação nacional que todos tivemos de fazer, e é dar um voto de confiança a uma política séria e responsável que nos aponta o caminho da esperança”.
Berta Cabral visitou diversos centros de convívio de idosos do concelho de Ponta Delgada, nomeadamente nas freguesias de São Pedro, Fajã de Baixo, São Vicente Ferreira e Santo António.

