O presidente do PSD/Açores defendeu, em Vila do Porto, “a necessidade das políticas de saúde na Região voltarem a ter os açorianos no centro das preocupações e não, como agora, estarem orientadas para os cortes de serviços e na redução da qualidade dos cuidados prestados na Região”.
Duarte Freitas falava à comunicação social à margem de uma sessão dos “Roteiros da Mudança”, uma iniciativa do PSD/Açores que se realiza em todas as ilhas da Região.
O presidente do PSD/Açores recordou que o atual governo regional e o seu presidente “foram eleitos prometendo uma via açoriana para a Saúde e o que se verifica hoje é que os açorianos têm piores cuidados de Saúde, as listas de espera aumentaram e os serviços têm sido reduzidos, particularmente nas ilhas mais pequenas e distantes”.
O líder dos sociais-democratas açorianos apontou como exemplo, precisamente, o caso de Santa Maria: “nos últimos anos a situação da Saúde em Santa Maria piorou significativamente ao contrário do que foi prometido: as deslocações de especialistas diminuíram e as listas de espera aumentaram, contrariando tudo o que foi prometido”.
Duarte Freitas recordou, aliás, “que o governo regional socialista viu a dívida da Saúde totalmente saneada e numa década conseguiu gerar compromissos superiores a 1000 milhões de euros”. Ou seja, acrescentou, “a situação na Saúde tem vindo a piorar todos os anos ao contrário do que foi prometido aos açorianos”.
Para o presidente do PSD/Açores é, por isso, “necessário adotar uma política de mudança para a Saúde, recolocando as pessoas no centro das políticas e respondendo às suas necessidades”.
Os sociais-democratas têm cumprido essa missão de apresentar propostas de mudança e alternativas, “como foi o caso do programa de produção adicional para as listas de espera cirúrgica”. “O PSD/Açores fez essa proposta e ela só não começou a ser aplicada há mais tempo pelo governo regional provavelmente por se tratar de uma medida do PSD/Açores”.
Duarte Freitas reafirmou, assim, “o compromisso dos sociais-democratas em nome de um Serviço Regional de Saúde para todos e capaz de responder a todos em vez de se preocupar apenas, como hoje em dia, com critérios economicistas”.

