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Em democracia serve quem está no poder como, também, serve quem está na oposição. Esta é uma regra básica dos regimes democráticos.

Porém há dois tipos de oposição: oposição destrutiva, que não acrescenta valor que foge de compromissos de longo prazo no oportunístico objetivo de ganhar mais alguns votos, um exemplo dessa oposição tem sido a oposição ao governo da República feita pelo PS de Seguro e Costa; uma oposição construtiva, em que os interesses do País/Região são colocados acima da lógica partidária, o que, por vezes, é criticado por quem quer uma atitude mais agressiva.

Por outro lado, é uma de ação que mostra uma maturidade democrática que nem todos estão preparados para aceitar e baralha o pensamento “pequenino” de muitos. Tem sido um exemplo desta forma de estar na política o PSD/Açores. Soube sempre olhar em primeiro lugar os interesses da Região, sem esperar reconhecimento imediato nem mediático.

Foi pela ação política do PSD/Açores que a Região conseguiu duas importantes conquistas para os seus cidadãos: a reposição do diferencial fiscal e abertura do espaço aéreo.

A reposição do diferencial fiscal foi uma luta titânica do PSD/Açores e do Dr. Duarte Freitas.

Primeiro pela clara oposição ao primeiro-ministro quando, por imposição do memorando com os credores, o diferencial fiscal foi reduzido para os açorianos. Depois tendo a coragem de apresentar uma moção (aprovada) ao Congresso Nacional do PSD que “amarrou” o PSD nacional a uma reposição do diferencial fiscal.

Por último, exercendo toda a pressão politica sobre governo regional para que os impostos baixassem mesmo. Infelizmente o governo regional fez-se valer do seu poder parlamentar “absoluto” e não esgotou todo o potencial de redução de impostos que podia, por lei, e devia em consciência. Ficou a meio caminho! Porém, este não é o fim da história…

Foi pela ação política de PSD/Açores que aconteceu a revolução nos transportes aéreos de e para os Açores que beneficiou todos os açorianos e potencia a nossa atividade económica, nomeadamente o turismo a curto prazo e toda a economia a médio e longo prazo.

O governo regional tudo fez para que isso não acontecesse, numa atitude serôdia e bolorenta que apenas tentava condicionar o acesso livre aos Açores e dos Açores ao mundo, condicionando o crescimento individual de cada um e da sociedade, por consequência.

As vitórias são dos cidadãos e para os cidadãos. Os cidadãos ganharam, saibam todos aproveitar.