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Estamos em plena semana da Páscoa. Sendo um festa muito importante em termos religiosos, é também um período de animação da economia.

Num mundo cada vez mais produtivo e eficiente produz-se mais e melhor cada vez com menos recursos. Como consequência lógica há mais recursos disponíveis. É evidente que nunca o mundo teve tantos recursos manterias à sua disposição! Os recursos são tantos que levantam problemas de sustentabilidade do modo de vida atual.

Por exemplo, se todo o planeta consumisse como os americanos seriam necessários os recursos naturais de sete globos. Desta forma o crescimento económico tem que ser muito assente num desenvolvimento sustentado.

As épocas festivas são uma forma de potenciar a economia do lazer e consequentemente manter emprego e criar riqueza. Não se defende um consumo desmedido, principalmente se for de bens e serviços não produzidos internamente. Consumo é, sempre, despesa de uns e receita de outros e convém que Portugal consiga capturar o maior valor possível desse consumo.

Há também um efeito psicológico resultante da quebra de rotinas. Esse efeito psicológico contribui para o aumento da produtividade e da riqueza nacional.

Desta forma podemos todos festejar a Páscoa sem problemas de consciência, festejar é também contribuir para criar emprego e riqueza.