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A Autonomia Democrática é o Bem mais precioso que os Açores possuem! Seria hoje impensável administrar os Açores sem este instrumento político-administrativo.

Foram açorianos audazes, determinados e esclarecidos que há quarenta anos “ousaram” idealizar, conquistar e construir a Autonomia que hoje temos. A eles devemos este importante legado.

Foi com a Autonomia que resgatamos as nossas ilhas do atraso estrutural imenso que nos separava dos padrões de vida que se verificavam no continente português.

Foi com a Autonomia que criamos infraestruturas e estruturas em todo o nosso arquipélago, as quais impulsionaram o desenvolvimento, o progresso e o bem-estar em todas as nossas ilhas, concelhos e freguesias e a todos os açorianos de Santa Maria ao Corvo.

A Autonomia permitiu unir nove ilhas que durante séculos andaram de “costas voltadas” umas em relação às outras. Conferiu unidade regional. Proporcionou harmonia ao desenvolvimento e solidariedade entre os povos residentes nas diferentes ilhas.

A Autonomia promoveu a coesão social, económica e territorial, tão importantes numa região arquipelágica como são os Açores.

Lamentavelmente, passadas quase quatro décadas desde a implantação da Autonomia, sente-se um certo retrocesso na coesão social, económica e territorial da região, quando tínhamos tudo para ter progredido mais.

Muitas das nossas ilhas e dos nossos concelhos vão ficando despovoados e definhando economicamente. Sem serviços de proximidade. Com famílias a viver com muitas dificuldades. Com empresas aflitas e a falir. Com organizações da sociedade civil em agonia. Temos taxas de desemprego em valores nunca antes atingidos. Há, de novo, fome e pobreza nos Açores em níveis verdadeiramente preocupantes. Temos ilhas e freguesias envelhecidas e sem jovens. E as nossas terras sem jovens não têm futuro!

O problema será de modelo de desenvolvimento? Será de políticas públicas? Será da qualidade da governação? Acredito que é um misto de tudo isto.

Sim, porque dinheiro não faltou e estabilidade política para governar também não.

Por isso, tal como em 1996 foi necessário e importante mudar de governo e promover a alternância democrática, em 2016 essa necessidade será ainda mais imperiosa.

Acredito também que a escolha para essa mudança recairá no PSD/Açores, pois o PS é hoje um partido sem crédito e que não inspira confiança. Sobrevive dos “donativos” que vai distribuindo pelas mais diversificadas formas e estratégias que foi imaginando e estabelecendo, mas acredito que essa forma de “governar” será um dia rejeitada por não servir o interesse coletivo.

A “vida velha” do PS regional, com 18 anos sucessivos de governação (16 com Carlos César e 2 com Vasco Cordeiro), deixaram uma sociedade açoriana demasiado dependente dos poderes públicos, asfixiada e amedrontada por uma política de “benesses” e “compadrios”, com indicadores sociais vergonhosos e com uma dívida colossal, a qual, associada aos compromissos financeiros futuros ronda os 3,5 mil milhões de euros.

A realidade regional não tem assim a visão cor-de-rosa que nos é “vendida” pelo governo e seus acólitos.

Os Açores podem contar, para futuro, com a “vida nova” do PSD/Açores. Com Duarte Freitas, líder de um partido que se renovou bastante nos dois últimos anos. Um partido que ganha todos os dias mais militantes e adeptos. Um partido que se prepara com independentes para um programa de governo e para as reformas necessárias do nosso sistema político democrático, nomeadamente preocupado com a refundação da nossa Autonomia.

A Autonomia será sempre o farol do nosso desenvolvimento.

O tempo é, de novo, dos mais audazes, dos mais determinados e, dos mais capazes!

Com as capacidades dos açorianos, temos tudo para VENCER!

Com um Novo Governo! Com um Bom Governo!