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O presidente do PSD/Açores reafirmou a importância da redução dos impostos na Região pelo impacto que isso terá “na vida dos cerca de setenta por cento de agregados familiares que recebem menos de 530 euros mensais” e também na economia regional.

Duarte Freitas, que falava na abertura da discussão do Plano e Orçamento para 2015, salientou, por isso, “que a redução dos impostos no próximo ano será boa para os açorianos e um auxílio fundamental para combater a maior crise de sempre”.

O líder dos sociais-democratas açorianos salientou, assim, “as boas notícias que têm chegado da República, como é o caso, além da descida dos impostos, da baixa do tarifário aéreo e do aumento do salário mínimo” e que vão “permitir dar um sinal de esperança a todos os açorianos”.

Duarte Freitas, lamentou que o Governo Regional pareça hoje “a orquestra do Titanic quando o navio se afundava”. “O discurso” do vice-presidente do governo regional, disse o presidente do PSD/Açores, parece de facto a orquestra do Titanic quando o navio se afundava. Nem uma palavra como deve ser sobre os desempregados quando vivemos nos Açores uma fase em que a Região diverge cada vez mais resto do país”.

O líder dos sociais-democratas açorianos manifestou ainda a sua estranheza pelo facto do governo regional “não ter nem uma palavra para os dois terços de agregados familiares açorianos que vivem com menos de 530 euros por mês, ou seja no limiar da pobreza, nem uma palavra para os dois terços de crianças que necessitam de apoio da ação social escolar ou sobre os 40 por cento de desemprego jovem” na região.

“Anunciando o maior plano de sempre atrás do maior plano de sempre, como se tudo fosse cor-de-rosa, estamos perante a maior crise económica e social dos Açores” disse Duarte Freitas reafirmando o voto contra do PSD/Açores contra documentos do governo “que nada trazem de novo e que não são a solução para resolver os problemas da Região”.

O presidente do PSD/Açores recordou ainda que não têm faltado “oportunidades, diálogo com os parceiros, contributos da oposição nem dinheiro”. “O que faltou foi capacidade para ajudar os açorianos. E é por isso que hoje podemos dizer que não vai ser esta governação socialista que vai resgatar as vítimas da governação socialista”, disse.

Duarte Freitas recordou ainda que as propostas apresentadas pelos sociais-democratas açorianos vão “abranger cerca de 80 mil açorianos numa situação de fragilidade e ajudar aqueles que passam por maiores dificuldades”.