Skip to main content

Ganhar eleições a quem está no poder nesta Região não é coisa fácil. Que o digam César, Dâmaso, Arruda, Neves, Victor Cruz e Berta Cabral.

Perante uma sociedade fortemente dependente dos dinheiros públicos, com pouca capacidade crítica e uma comunicação social fraca em recursos e, daí, quase acrítica, só a conjugação do cansaço político com os laivos de corrupção e de apadrinhamento da administração regional poderá dar o impulso necessário para que uma proposta alternativa vingue.

É este o cenário que Duarte Freitas tem pela frente.

O processo de renovação do PSD/A, as apostas ganhas na liberalização do transporte aéreo entre o Continente e a Região, e a consequente baixa do custo das passagens aéreas, e na descida dos impostos em 2015 indiciam o arrojo e o empenho do líder do PSD/A em levar por diante um percurso de afirmação de um modo diferente de governar a Região – com um papel reservado ao Estado social, mas com outro enfase na livre iniciativa e no empreendedorismo da sociedade.

Os desafios que Duarte Freitas tem pela frente são exigentes. E ninguém lhe irá facilitar o caminho. O seu carácter combativo e a sua tenacidade são garantias de um rumo alternativo a seguir.