Berta Cabral defende “redução das tarifas aéreas para destino Açores mais competitivo”
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A líder do PSD/Açores defendeu hoje a necessidade “de se reduzir efectivamente o preço das passagens aéreas de e para o arquipélago”, sublinhando que essa será, provavelmente, “a única solução para tornar o destino Açores mais competitivo”, afirmou.
Berta Cabral falava aos jornalistas à saída de uma reunião de trabalho com os responsáveis da agência de viagens Tui Portugal em Ponta Delgada, onde a líder dos social-democratas açorianos, referiu que o turismo está a atravessar a “pior crise de sempre” na região, “com as dormidas a descerem nos últimos três anos e com hotéis fechados. Isto, depois de terem sido feitos avultados investimentos no sector”.
Para a presidente do PSD/Açores, a grave situação por que passa o sector na região “só pode ser ultrapassada com a redução das tarifas aéreas”.
“É preciso baixar o preço das passagens aéreas de e para os Açores. Não basta apenas prometer, falar em reduções drásticas, é preciso cumprir. Há uma expectativa que foi criada e que deve ser cumprida porque só assim os políticos têm credibilidade” - sublinhou Berta Cabral, referindo-se, desta forma, à promessa feita por Carlos César, presidente do governo regional, em Abril último, no discurso de encerramento do congresso do PS/Açores.
A líder social-democrata defendeu que o turismo "um dos sectores mais importantes para a economia açoriana, além do que é aquele que poderia gerar mais postos de trabalho para os jovens", avançou.
“Nos últimos anos, fez-se um grande investimento no turismo, mas o sector está a passar por uma grave crise e é preciso encontrar uma solução para ultrapassar os problemas que actualmente se colocam, antes que a situação se torne dramática. Éum sector que não se constrói aos soluços, mas sim com medidas concretas e de futuro e uma destas medidas é a redução efectiva do preço das passagens aéreas” - adiantou.
Berta Cabral referiu ainda que “os açorianos continuam à espera da redução do preço das passagens aéreas já prometida”, frisando que esta redução passa pela “subsidiação” e “por um entendimento entre o governo regional e o governo da república”, sustentou.


















