Comunicado da Comissão Política Concelhia da Ribeira Grande – 21 de Fevereiro de 2017
Publicado em 21 de Fevereiro, 2017
DE TRANSPARÊNCIA SÓ FALA QUEM PODE
O Partido Socialista da Ribeira Grande, revelando um vazio de ideias para o Concelho e demonstrando o fracasso da sua direção política local nos últimos três anos, decidiu agora mostrar aos ribeiragrandenses qual será a sua postura em ano de eleições autárquicas: inventar factos, procurar criar embaraços à gestão municipal e atacar pessoalmente o presidente da autarquia, Alexandre Gaudêncio.
Desta vez, a divulgação do Índice de Transparência Municipal de 2016 foi o mote para acusar o presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande de opacidade, falta de rigor e de transparência na gestão do órgão executivo da autarquia.
Com efeito, aquele estudo, realizado pela TIAC – TRANSPARÊNCIA E INTEGRIDADE, ASSOCIAÇÃO CÍVICA, uma organização não-governamental, infelizmente para o PS da Ribeira Grande, não permite tirar as conclusões que tão apressadamente transformaram em acusações gratuitas e desprovidas de sentido, para denegrir Alexandre Gaudêncio.
Na realidade, aquela organização não fez, nem poderia fazer porque não tem poderes para tal, qualquer auditoria ou inspeção ao município da Ribeira Grande, baseando as suas análises e conclusões na informação que os municípios disponibilizam aos cidadãos através dos respetivos websites. A própria Associação revela que todos os anos “mede a transparência dos 308 websites municipais”.
Ainda assim, no conjunto dos municípios de São Miguel, a Ribeira Grande aparece em terceiro lugar neste índice, a seguir a Ponta Delgada e Nordeste, mas com uma classificação de 93 pontos, em 100, no critério Transparência Económico-Financeira.
No entanto, em 2013, último ano da gestão socialista na Câmara da Ribeira Grande, o município obteve neste mesmo indicador 36 pontos, valor que, em 2015, já no mandato de Alexandre Gaudêncio, atingiu os 100 pontos, ou seja, triplicou em apenas dois anos. Aliás, em todos os sete indicadores medidos em 2013, a Câmara da Ribeira Grande situava-se, sem exceção, abaixo dos 50 pontos, ou seja, em posições negativas, o que afere bem da transparência – ou falta dela? – do Executivo da altura.
O Partido Socialista da Ribeira Grande, mais uma vez, fez mal o trabalho de casa e, como se comprova, facilmente caem pela base as suas acusações de “gestão danosa e pouco clara” de Alexandre Gaudêncio à frente dos destinos da autarquia ribeiragrandense.
Em dezembro de 2016, a Câmara Municipal da Ribeira Grande, empenhada em tornar a gestão camarária cada vez mais transparente, criou o Portal da Transparência, o qual poderá ser consultado em http://www.cm-ribeiragrande.pt/transparencia. Tal como foi referido no seu lançamento, “o portal assinala mais um passo na proximidade e transparência que o executivo camarário pretende ter com os munícipes e marca mais uma etapa no desenvolvimento de ferramentas de divulgação da ação camarária em áreas como receitas e despesas municipais, sustentabilidade económica e competitividade financeira”.
Criticar é fácil, mas reconhecer que muita coisa mudou para melhor na Ribeira Grande em quase quatro anos de mandato de Alexandre Gaudêncio é bem mais difícil, sobretudo para o PS. E basta verificar que no critério Relação com a Sociedade, a autarquia da Ribeira Grande nos tempos da gestão socialista, perdia-se no ranking com uns míseros 29 pontos!
Sobre transparência, antes e depois das eleições autárquicas de 2013, estamos conversados!