Plano de Revitalização Económica da Ilha Terceira “confirma falhanço socialista”
Publicado em 17 de Fevereiro, 2016

O PSD/Açores considerou que o Plano de Revitalização Económica da Ilha Terceira (PREIT) veio “pôr a nu todos os falhanços da governação socialista na ilha”, confirmando mesmo que “as soluções que o Governo Regional nos apresenta, através do PREIT, não são para fazer face à redução do contingente norte-americano na Base das Lajes”, disse o deputado Paulo Ribeiro.

“O PREIT não é mais do que uma série de medidas, que pretendem combater o declínio económico instalado na ilha, mas dependendo excessivamente de financiamento externo, nomeadamente dos Estados Unidos da América. Acontece que esse declínio é resultado de 20 anos de más opções e de promessas incumpridas pelos vários executivos do PS”, considerou o social-democrata.

“Quem ouvir o atual governo regional a falar, até pode pensar que só existiu Base das Lajes nos últimos quatro anos e que só existem problemas na Base das Lajes há qautro anos. A realidade é bem diferente disso”, adiantou.

“E o Secretario Regional do Turismo e Transportes assumiu aqui que não tem um plano B para as Lajes, assumiu que, na ausência de financiamento teremos de, novamente, pressionar quem não o deu”, criticou.

“Queremos agora saber é o que, na ausência desse financiamento externo, este governo pode e quer fazer. Sem estar sempre a justificar o injustificável, e que tem a ver com o falhanço claro da sua política económica na Ilha Terceira”, disse Paulo Ribeiro.

Paulo Ribeiro referiu igualmente que as questões relacionadas com o uso civil da Base das Lajes “deviam estar acima das questões partidárias”, pois enquanto “se andar a atribuir culpas a este ou àquele, e se andar com planos e PREIT’s é a Terceira que fica para trás e os terceirenses continuarão a ser prejudicados”.

O deputado lembrou que, “nestas questões, o PSD/Açores tem posto sempre em primeiro lugar o interesse da Terceira e o interesse dos Açores. E isso foi demonstrado, uma vez mais, num debate em que o Governo Regional não explicou o que realmente pretende fazer”, concluiu.