Passos Coelho – Opinião de Hermano Aguiar
Publicado em 27 de Julho, 2015

Há quatro anos poucos acreditavam que o país se encontraria na situação de alívio em que está.

Passos Coelho herdou uma pesada herança da governação de Sócrates e de António Costa. Não havia dinheiro para pagar salários e pensões. As dívidas do Estado a fornecedores atingiam números escandalosos. Portugal não tinha credibilidade junto dos credores. E tivemos que pagar altos juros para que nos emprestassem dinheiro.

Nos Açores, Sócrates, com a benevolência de César, decretou o aumento dos impostos e um corte de 20 milhões de euros nas transferências do Estado para a Região.

Hoje, os portugueses têm um Primeiro-ministro que aprenderam a respeitar. Pela sua resiliência, honestidade e competência. Passos Coelho é um político de outra fibra. Não é mais um político.

Os ventos de bonança que sopram na economia açoriana têm a marca de Passos Coelho e o empenho de Duarte Freitas. Foi a descida dos impostos e a vinda das low-cost para São Miguel e Terceira, com as repercussões que vamos sentindo na economia regional.

O país precisa de estabilidade e de credibilidade como de pão para a boca. E em outubro os açorianos serão chamados a escolher entre Passos Coelho e António Costa.