Falta de transparência é marca da governação socialista açoriana
Publicado em 16 de Junho, 2015

O PSD/Açores lamentou que a “falta de transparência” continue a ser “uma marca da governação socialista açoriana como se pode comprovar pela análise que o Tribunal de Contas faz à conta Região relativa a 2013”.

“Todos os anos”, referiu o deputado social democrata açoriano António Marinho, “o vice presidente do governo apresenta-se no plenário iludindo os açorianos com discursos sobre um suposto paraíso financeiro” quando “o Tribunal de Contas revela precisamente o contrário, manifestando grande preocupação com o endividamento do sector público empresarial”.

Um dos exemplo da falta de transparência na governação socialista, disse o deputado António Marinho, “é o que o Tribunal de Contas descreve sobre as cartas conforto emitidas pelo vice presidente do governo regional contrariando a legislação, que obriga a que a sua aprovação seja feita em conselho do governo”.

No total, disse o deputado do PSD/Açores, “o vice presidente do governo regional foi responsável por mais de duas dezenas de cartas de conforto que totalizam quase 120 milhões de euros”.

Ou seja, “fica assim claro que o governo regional está a utilizar o esquema das cartas de conforto para fugir aos limites impostos legalmente à emissão de avales”.

O deputado social-democrata açoriano manifestou ainda grande preocupação com a situação relatada pelo Tribunal de Contas em que se verifica “existir uma elevada de concentração de endividamento no período entre 2014 e 2018”.

Segundo António Marinho, “o relatório do Tribunal de Contas demonstra que há uma grande aflição do governo regional para conseguir dinheiro e que não tem dinheiro para pagar os compromissos assumidos”.

“Os Açores e os açorianos não precisam de vendedores de banha da cobra, precisam de verdade, de rigor e de transparência, coisa que tem faltado na atuação do governo regional”.